Programa completo de seguro cibernético obrigatório para fintechs, bancos digitais, adquirentes, processadoras e PSTIs do Sistema Financeiro Nacional. Cobertura Pix, Open Finance, LGPD, D&O, Tech E&O. Cotação comparativa com as principais seguradoras do mercado brasileiro sob a Circular SUSEP 637/2021 e a Resolução BCB 498/2025.
Programas para neobanks, adquirentes, processadoras, PSTIs e todo o ecossistema fintech brasileiro sob BCB 498/2025
Coberturas obrigatórias exigidas pela Resolução BCB 498/2025 marcadas em destaque. As demais são essenciais para programas robustos de fintechs, bancos digitais e PSTIs em operação no Sistema Financeiro Nacional.
Defesa em procedimento ANPD, multas até R$ 50M por infração, notificação de titulares em 3 dias úteis, resposta a incidentes, recuperação de sistemas. Coverage mínimo exigido pela Resolução BCB 498.
Perda de receita durante downtime, com atenção especial para janelas críticas de compensação e liquidação Pix. Waiting period reduzido para PSTIs críticos.
Cobertura para fraudes Pix, transferências não autorizadas, engenharia social, BEC e comprometimento de credenciais. Endosso ampliado para 70% das fraudes brasileiras via engenharia social.
Defesa em procedimentos do Bacen, ANPD, CVM, SUSEP e outros reguladores. Custos jurídicos, multas administrativas, disclosure obrigatório de incidentes materiais.
Perda de receita quando provedor upstream sofre incidente (cenário C&M Software / Sinqia 2025). Mínimo 30-50% do limite principal para instituições dependentes de PSTIs críticos.
Responsabilidade pessoal de administradores por decisões de cibersegurança, compliance BCB 498, disclosure de incidentes. Crítico pós-SolarWinds precedent nos EUA.
Errors & Omissions para falha de serviço, disputas de clientes por indisponibilidade, breach de SLA. Fundamental para adquirentes, processadoras e PSTIs.
Fraude interna, roubo por funcionário, colusão em transferências. Complementa cyber para cobrir a interseção entre engenharia social externa e ações internas.
Cada tipo de instituição financeira digital tem exposições específicas e requisitos regulatórios diferentes. Estruturamos programas sob medida para cada modelo.
Contas correntes digitais, cartão, crédito. Nubank-type, C6, Neon, Inter, Original. Foco em LGPD para milhões de clientes.
Cielo, Rede, GetNet, Stone, PagSeguro. Integração com bandeiras, Pix, TED. Alto volume TPV e exposição Tech E&O.
Mercado Pago, PicPay, RecargaPay. Wallets digitais com contas de pagamento e integração Pix. Foco em fraude e engenharia social.
Parcerias com SUSEP. Distribuição digital de seguros. LGPD para dados sensíveis de saúde/vida.
Parcerias com CVM. Plataformas de investimento, robo-advisors, custodiantes digitais.
Crédito pessoal digital, buy-now-pay-later, factoring digital. Exposição LGPD por scoring e análise de crédito.
Bitso, Mercado Bitcoin, cripto exchanges. Parceria com Bacen para câmbio. Exposições específicas de custodia digital.
ITPs (Iniciadores de Transação de Pagamento), agregadores de dados. Requisitos específicos de segurança de API.
Integradores backend, processadoras core banking, custodiantes. Cenário C&M Software / Sinqia demonstrou criticidade.
Antes de setembro de 2025, seguro cibernético era uma escolha estratégica para fintechs brasileiras. A partir de BCB Resolução 498/2025, tornou-se obrigação regulatória para PSTIs do Sistema Financeiro Nacional. A norma foi motivada por incidentes sistêmicos de 2024-2025 (C&M Software, Sinqia, e outros) que demonstraram como falhas em provedores críticos podem impactar dezenas de instituições simultaneamente.
Sob BCB 498, comprovação de coverage é requisito para: (1) obtenção e manutenção de autorização Bacen; (2) participação em sistemas de compensação e liquidação; (3) atendimento a requisitos de gestão de risco operacional. Sem seguro em vigor, operação PSTI pode ser suspensa. NextGuard estrutura programas que atendem integralmente aos requisitos da resolução.
Da primeira conversa à emissão da apólice, mantemos o processo direto e transparente. Você sempre sabe onde está o programa e qual o próximo passo.
Você compartilha porte, tipo, TPV, base de clientes, exposição Pix e Open Finance, integrações com PSTIs e controles técnicos. Estruturamos o perfil de risco em até 48 horas úteis.
Cotação com as principais seguradoras brasileiras do mercado de cyber financeiro sob BCB 498. Negociação de endossos específicos: contingent BI ampliado, fraude Pix, D&O, Tech E&O.
Emissão de apólices que atendem à comprovação exigida pelo Bacen para autorização e supervisão PSTI. Documentação coordenada com o time de compliance da fintech.
Artigos aprofundados sobre cyber para fintechs, BCB 498, Pix, Open Finance e regulamentação do Sistema Financeiro Nacional.
Deep dive na BCB Resolução 498/2025, casos C&M Software e Sinqia, cobertura Pix e Open Finance, arquitetura Cyber + D&O + Tech E&O.
Ler artigo → PTANPD acumulou R$ 98 milhões em multas desde 2023. Requisitos de defesa regulatória, prazo de notificação, disclosure a reguladores.
Ler artigo → PTSUSEP 637/2021, sublimites de engenharia social, exclusões críticas. Base essencial para compliance officers de fintechs avaliarem programas.
Ler artigo → PTSetor financeiro tem 2º maior custo de breach: R$ 8,92 milhões. Análise para dimensionar limite adequado em programas cyber fintech.
Ler artigo → PTMFA, EDR, backup imutável — requisitos técnicos mínimos exigidos por seguradoras. Guia essencial para CISOs de fintechs.
Ler artigo → PT70% das fraudes brasileiras vêm de engenharia social (Biocatch). BEC, vishing, golpe do falso funcionário — vetores críticos de fraude Pix em fintechs.
Ler artigo → PTHub completo de coberturas cyber para empresas brasileiras. Complementar essencial para fintechs entenderem o mercado brasileiro de cyber.
Acessar →Respostas às dúvidas mais comuns sobre a Resolução BCB 498/2025 e coberturas obrigatórias para fintechs.
A Resolução BCB nº 498, publicada pelo Banco Central em setembro de 2025, tornou obrigatória a contratação de seguro cibernético para PSTIs (Provedores de Serviços de Tecnologia da Informação) do Sistema Financeiro Nacional. Aplica-se a: fintechs, bancos digitais (Nubank, C6, Neon, Inter, Original), processadoras (Cielo, Rede, GetNet, Stone), adquirentes, subcredenciadoras, instituições autorizadas pelo Bacen operando Pix e Open Finance, e prestadores críticos de tecnologia. A norma exige coverage mínimo, requisitos de gestão de risco, e comprovação de vigência no processo de autorização e supervisão do Bacen. Sem seguro em vigor, autoridade PSTI pode ser suspensa ou negada.
Rangos ilustrativos 2026: Fintech pequena (até 100K clientes, TPV mensal até R$ 50M): R$ 150K-R$ 400K/ano; Fintech média (100K-1M clientes, TPV R$ 50M-500M/mês): R$ 400K-R$ 1,5M/ano; Neobank grande (1M-10M clientes): R$ 1,5M-R$ 5M/ano; Processadora/adquirente PSTI crítico: R$ 3M-R$ 15M/ano; Big neobank tipo Nubank scale: R$ 10M+ em programas multi-camada. Fatores que impactam: TPV Pix, integração com Open Finance, exposição LGPD, histórico de fraude, controles técnicos (MFA, EDR, backup imutável), e certificações (ISO 27001, PCI-DSS).
Coverage mínimo em cinco eixos: (1) Responsabilidade civil por dados e privacidade (LGPD): defesa ANPD, multas até 2% do faturamento (R$ 50M teto), notificação titulares em 3 dias úteis; (2) Incidentes cibernéticos: forense, resposta a incidentes, recuperação de sistemas; (3) Fraude eletrônica: fraudes Pix, transferências não autorizadas, engenharia social, comprometimento credenciais; (4) Business Interruption: perda de receita por downtime, atenção especial às janelas críticas de compensação; (5) Continuidade operacional: disclosure de incidentes ao Bacen em janelas específicas. A norma também exige controles técnicos mínimos (MFA 100%, EDR, backup imutável).
Sim, com nuances importantes. Coberto: comprometimento direto de infraestrutura da fintech (invasão core banking, API Open Finance comprometida), fraude interna com colusão externa, BEC/fraude do CEO em transferências. NÃO coberto tipicamente: fraude Pix contra cliente final por engenharia social (golpe do falso funcionário, WhatsApp clonado) — nesse caso a fintech responde via MED (Mecanismo Especial de Devolução) do Bacen sem apoio da apólice cyber. É crítico estruturar o programa cobrindo os vetores corretos de exposição para o modelo específico da fintech.
Sim, altamente recomendado. O seguro cyber cobre a instituição, mas D&O cobre a responsabilidade pessoal de administradores por decisões de cibersegurança, conformidade BCB 498, LGPD, e disclosure a reguladores. Sob a intensificação de fiscalização do Bacen e CVM, executivos de fintechs enfrentam exposição pessoal crescente por falha em supervisionar controles cyber, disclosure inadequado de incidentes, decisões de subprovisionamento de coverage. Nos EUA, o caso SEC v. SolarWinds (2023-2024) contra o CISO estabeleceu precedente que a jurisprudência brasileira começa a acompanhar. D&O cyber-specific para fintechs: limite típico R$ 50M-R$ 300M dependendo do porte.
Em junho-julho de 2025, a C&M Software — provedora crítica de tecnologia do Sistema de Pagamentos Brasileiro — sofreu incidente cibernético que impactou o setor bancário. Em agosto de 2025, a Sinqia S.A. (Evertec, integradora Pix) identificou atividade não autorizada em ambiente conectado ao Pix do Bacen. Ambos criaram cenário de contingent business interruption sistêmico: dezenas de fintechs dependentes tiveram exposição indireta significativa. Para fintechs, a apólice cyber precisa incluir contingent BI robusto (mínimo 30-50% do limite principal), cobrindo interrupção causada por falha em provedores upstream.
Depende do enquadramento como PSTI do SFN. Se a fintech opera Pix, Open Finance, cartão, processamento de pagamento, ou qualquer serviço crítico ao SFN — sim, independente de porte. Fintechs early stage frequentemente subestimam a exposição e chegam ao mercado sem coverage adequado, o que gera três problemas: (1) autorização Bacen atrasada ou negada; (2) impossibilidade de fechar parcerias com bancos parceiros que exigem comprovação; (3) exposição pessoal de fundadores por falha em compliance. Recomendamos programa cyber básico em vigor 30-60 dias antes do go-live, com upgrade progressivo conforme o TPV cresce.
Atendemos todo o espectro fintech e PSTI brasileiro: bancos digitais/neobanks, adquirentes e sub-adquirentes, processadoras de pagamento, wallets e apps de pagamento, insurtechs (SUSEP), wealthtechs e investment platforms (CVM), crédito digital e BNPL, câmbio digital e cripto (Bacen), participantes Open Finance, e PSTIs de infraestrutura crítica. Cotação comparativa com as principais seguradoras brasileiras do mercado de cyber financeiro sob BCB 498/2025 e SUSEP 637/2021.
Preencha os campos essenciais e nossa equipe entrará em contato em até 24 horas com uma proposta personalizada para sua instituição sob os requisitos da BCB 498/2025.
Obrigado. Nossa equipe entrará em contato em até 24 horas com uma proposta personalizada para sua instituição sob BCB 498/2025.